
Chegar aos ventos antes de ter se resolvido, antes de ter-se feito nuvem é arriscar ser parede que barra o vento, ser buraco que em sua própria natureza se afunda fugindo do vento, que ainda assim pode percorrer seu interior.
É o que vejo as vezes no encontro dito "amoroso" das pessoas, onde cobranças, medos, ciúmes e ansiedades preenchem o que poderia ser o partilhar da maravilha de estar vivo entre seres que se sentem felizes pela vida do outro.
Há muitas complexidades no caminho dos Ventos, mas ele não pode ser trilhado por "busca do amor perfeito" ou por quaisquer outros interesses egoticistas.
Para poder fluir com os ventos temos de ser nada, para nele flutuar temos de ser inteiros.
Munay...

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