
Agora, cabe a nós perceber tudo.
O certo... o errado...
O Bem...
O Mal...
Cada um de nós tem a capacidade de decidir o que guia nossas ações.
Então, o que faz alguns escolherem o altruísmo, a necessidade de se devotarem a algo maior, enquanto outros só conhecem o egoísmo, isolando-se no seu próprio mundo?
Alguns procuram apenas o amor, mesmo sem o receber, enquanto outros são guiados pelo temor e traição.
Há os que vêem as suas escolhas como a negra prova da ausência de Deus, enquanto outros seguem o caminho de um nobre destino.
Mas, no final, o Bem, o Mal, o certo ou errado...
O que escolhemos nunca é o que precisamos.
Pois essa é a suprema anedota cósmica, a verdadeira dádiva que os Deuses nos deixaram.
Há o Bem e há o Mal...
O certo e o errado...
Os herois e os vilões.
E, se formos abençoados pela sabedoria, existem lampejos, entre os fragmentos de cada, por onde a luz atravessa.
Esperamos em silêncio por estes momentos.
Quando o sentido faz sentido...
Quando a existência fútil se concentra e o nosso propósito emerge por si.
E se tivermos a força para ser honestos, então o que aí encontramos, observando-nos, é a nossa própria imagem...
Carregando o testemunho da dualidade da vida...
Que cada um de nós é capaz de ser as trevas e a luz...
O Bem e o Mal... ambos... tudo.
E o destino, no caminho constante na nossa direção, pode ser redefinido pelas escolhas que fazemos...
Pelo amor que abraçamos e as promessas que guardamos.
Munay...

aff... achei q essa atualização não saía era nunca! kkkk =DDD bj!
ResponderExcluirSó o conseguir perceber-se assim, dual, ímpio e pio, já é rajada de luz. Esperemos apenas que não nos cegue...
ResponderExcluirBeijos!