
Aloha!
A semeadura como todos sabem é voluntária, mas a colheita é obrigatória. Estas são as regras do jogo. Quer aceitemos ou não, estas leis são sagradas. A Senhora do Destino tudo observa e continua tecendo sua teia. Dependendo do rumo que conferirmos os nossos passos através dos nossos atos, as coisas irão acontecendo. Não há nada que façamos nesta realidade que não repercuta nas outras realidades, de volta a nós potencializado.
O espírito infinito não castiga. Isto não é necessário, tendo em vista o que cada pessoa se inflige. Em cada decisão já germina a consequência. Isso é uma boa notícia, já que a possibilidade de fazer de nossas vidas uma obra de arte, uma festa infidável, um voo maravilhoso, esta ao alcance de todos. Agora mais do que nunca.
A vida é um rio que vai circulando por estas e outras realidades; quando o rio deixa de fluir aqui, continua de outra maneira, porque há outros aquis. Isso é difícil de se compreender, mas ao saboreá-lo, a visão torna-se clara e a compreensão chega por outras vias.
Segundo nossos irmãos andinos, a morte não existe, é o amanhecer de um outro dia, o nascimento para outra vida. Por isto, eles enterravam os mortos em posição fetal, com trajes festivos e a cabeça virada para o oeste.
Tudo é cíclico. A vida é circular como os ninhos das aves, como o tronco das árvores, como o rosto de Tata Inti, nosso Pai Sol.
Ao dormirmos, temos um pequeno ensaio do que é a "morte curta", onde cada despertar é uma ressureição que celebramos. Peço a vocês que ao deitarem façam uma recapitulação do dia que ficará para trás. Nunca adormeça sem ter perdoado, sem ter se purificado. Assim, sempre estará pronto para morrer.
Nisso consiste a vida, numa preparação para a morte, e a melhor maneira de preparar-se para esse inevitável encontro é vivendo bem, fazendo de cada dia uma oportunidade de crescer e agradecer, de cada ato de amor, de cada pensamento um raio de luz.
Junto à nossa canoa, navega a canoa transparente da morte, ela sempre estará ali. Há quem fique assustado, mas ela navega ao nosso lado para nos lembrar que hoje é nossa vez de viver.
Carpe Diem!!!

Ser a morte a certeza clara ao fim da estrada é o q nos impulsiona a aproveitar a vida. É o que faz dela o ente gerador de transformação, já que a maioria não deseja partir desta dimensão sem tê-la realmente vivido e para tanto é necessário reconhecer-se, aceitar-se e modificar-se.
ResponderExcluirAdorei seu texto.
Beijos!
aff.. MEGA crise por aqui, e só piora. =/
ResponderExcluirps.: li seu texto pela metade, larguei o resto de mão. é que o tema não me apetece muito não. kkkkkk
;D